Revista Sinuosa

Djurgården, vista para Södermalm

Mais um poeminha autoral, desta vez do ano de 2012.

Djurgården

Esqueçamos o pôr-do-sol
deitados no escuro
nus
sobre a grama úmida
nu como o pôr-do-sol
da meia-noite
sobre
a textura vestida da cidade.

A água reflete a luz
pálida das ruas,
um lago é interminável
se não o fechamos com os olhos.

_______________________

Em inglês:

Let’s forget the sunset
lying down in the dark
naked
on the wet grass
naked as the midnight sunset
over the dressed texture of the city

Water reflects the pale light
of the streets,
a lake is endless
if it’s not closed with the eyes.

_______________________

E tentativa em sueco:

Låt oss glömma solnedgången
liggande i mörker
naken
på det våta gräset
naken som midnatt solnedgången
över den klädda struktur i staden

Vatten reflekterar bleka ljuset
på gatorna,
en sjö är oändlig
om det inte är stängd med ögonen.

Anúncios

Sobre enaiêmairê

"à morte lhe cai bem a tristeza leve de uma severa espera." Enrique Vila-Matas

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Informação

Publicado às 3 de abril de 2013 por em Arte, Poesia, Revista Sinuosa e marcado , , .
%d blogueiros gostam disto: