Revista Sinuosa

Arquivo da categoria: Prosa

viagens longas demais, poema de pierre reverdy

Em função de nosso evento de preparação para publicação da Revista Sinuosa, apresento aqui um texto traduzido de Pierre Reverdy (1889-1960), poeta francês cuja obra era semelhante à estética surrealista. … Continuar lendo

11 de janeiro de 2013 · Deixe um comentário

Richard Brautigan no Brasil: a tradução entre o erudito e o popular

Em junho de 1991, a pequena editora Marco Zero lançava sua edição brasileira de Trout fishing in America, romance publicado pelo americano Richard Brautigan (1935-1984) em 1967. O título escolhido … Continuar lendo

22 de outubro de 2012 · Deixe um comentário

destruir, diz ela: um romance, um filme e uma possível tradução

Além de ser uma reconhecida romancista, Marguerite Duras (1914-1996) também escrevia para o teatro e o cinema e dirigia filmes. Seu primeiro roteiro foi o do clássico de Alain Resnais, … Continuar lendo

3 de junho de 2012 · Deixe um comentário

D503: minha arte não é qualquer receita

gosto de música mais do que de meus parafusos. a música é a arte mais pura, digamos, porque ela é não-representativa. não se refere a nada, é uma estrutura sonora … Continuar lendo

31 de maio de 2012 · Deixe um comentário

André Gide, Guy Hocquenghem e a sexualidade para além do sexo

Até agora não se falou muito de política, sexualidade ou pornografia por aqui, mas a nossa proposta sinuosa inclui esses assuntos também.  Por isso, resolvi escrever um pouco sobre visões … Continuar lendo

22 de maio de 2012 · Deixe um comentário

“Quando me excito, eu gozo, eu canto”: apontamentos sobre o pornô artístico

O “pornô artístico” é um gênero a definir. “Artístico” é algo a definir. Como também “pornô” é algo que ainda requer uma boa definição. Ou não. Talvez. Só sei que … Continuar lendo

19 de maio de 2012 · 7 Comentários

O Primeiro Manifesto da Sociedade Necronáutica Internacional

Nós, o Primeiro Comitê da Sociedade Necronáutica Internacional, declaramos que: 1- A morte é um tipo de espaço, que pretendemos mapear, entrar, colonizar e, eventualmente habitar. 2- Não há beleza … Continuar lendo

16 de maio de 2012 · 3 Comentários

D503: Dedalus! pronto para as primeiras rezas da manhã

me fale do que você gosta. me deixe silenciar. fale alguma coisa. sobre joyce, por exemplo. lembra do que ele gostava? acho que você conhece as preferências literárias dele. ele … Continuar lendo

15 de maio de 2012 · Deixe um comentário

D503: bip bip bip [erro no sistema]

há um menino de pés descalços no alto de uma ladeira em alguma cidade turística de um fascinante e misterioso país. apesar das incertezas acerca de sua localização (do menino … Continuar lendo

15 de maio de 2012 · Deixe um comentário

D503: as reflexões de um andróide desanimado

eu não sei com que frequência na sua vida você foi uma espectadora. eu praticamente fui isso, apenas. e daí você percebe que as pessoas, de um modo geral, não … Continuar lendo

14 de maio de 2012 · 1 comentário