Revista Sinuosa

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Djurgården, vista para Södermalm

Mais um poeminha autoral, desta vez do ano de 2012. Esqueçamos o pôr-do-sol deitados no escuro nus sobre a grama úmida nu como o pôr-do-sol da meia-noite sobre a textura … Continuar lendo

3 de abril de 2013 · Deixe um comentário

Cabeça de Homem sobre Tinta Verde

Cabeça de Homem sobre Tinta Verde Para “O Camponês”, de Cezanne) Contemplo a tela fracionada sombras resgatam a textura aquarelada de um rosto. As sombras inclinam-se para a luz, preservam a … Continuar lendo

31 de março de 2013 · Deixe um comentário

Voyage

Autoria: verbete de dicionário cujo valor é associado a um outro, ainda mais assustador: responsabilidade. Talvez eu não goste, talvez eu até mesmo não entenda. Por isso é raro eu … Continuar lendo

12 de janeiro de 2013 · Deixe um comentário

A máscara e a morte: a pintura anárquica de James Ensor

Será a carnavalização, ou a inversão de papéis, uma construção realizável de anarquia? A pergunta me persegue quando reflito sobre a obra A Entrada de Cristo em Bruxelas em 1889, … Continuar lendo

20 de dezembro de 2012 · Deixe um comentário

A revolução e o calvário: o efêmero e o eterno em Recordações da Casa Amarela

Já há muito tenho desejado escrever algo sobre João César Monteiro. Só não sabia o quê e muito menos como. De qualquer forma, o nome do diretor português é recorrente … Continuar lendo

16 de setembro de 2012 · 1 comentário

Sally Mann: transições e restos

“No Fim de Partida, de Samuel Beckett, o louco Hamm está na janela apreciando a bela vista da praia, mas só consegue ver cinzas. Seu amigo implora que ele olhe … Continuar lendo

13 de setembro de 2012 · Deixe um comentário

D503: minha arte não é qualquer receita

gosto de música mais do que de meus parafusos. a música é a arte mais pura, digamos, porque ela é não-representativa. não se refere a nada, é uma estrutura sonora … Continuar lendo

31 de maio de 2012 · Deixe um comentário

D503 tem uma mensagem pra você

olá, me perdoe o sumiço (não que você se importe). está difícil para mim, muita coisa (todas elas irritantes e desprazerosas) a fazer. já pensou, atingir tal nível de desvencilhamento … Continuar lendo

31 de maio de 2012 · Deixe um comentário

YUREK SHABELEWSKI

  Que os mortos me perdoem por luzirem fracamente na memória / Me desculpe o tempo pelo tanto de mundo ignorado por segundo”, dizem os versos da poeta polonesa Wisława … Continuar lendo

27 de maio de 2012 · 2 Comentários

Alyssa Monks e Ron Mueck: os olhos do real

Eu tive um insight sobre o hiper-realismo. Insight, num dicionário online furreca que tenho aqui, significa “compreensão clara (ou profunda) da natureza íntima de uma coisa”. Ao se tratar de … Continuar lendo

22 de maio de 2012 · Deixe um comentário